Risco-país fecha abaixo de 100 pontos pela 1ª vez desde novembro de 2010

O CDS (custo do contrato de swap de default de crédito, na sigla em inglês), que mede o risco do país, fechou aos 98,25 pontos nesta 2ª feira (16.dez.2019), o menor patamar desde 8 de novembro de 2010, quando registrou 97,41 pontos.

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O indicador mede a confiança de investidores internacionais no país. Quanto menor o índice, maior a confiança dos investidores internacionais no país.

 

O CDS é utilizado para medir a confiança de investidores em relação à economia dos países, sobretudo os emergentes.

Se a pontuação sobe, significa falta de confiança no futuro financeiro daquela nação. Já se o nível desce, é sinal de que há convicção na capacidade do país em liquidar suas dívidas, formando 1 ambiente seguro para investir.

Pelo Twitter, o ministro Jorge de Oliveira Francisco (Secretaria-Geral da Presidência da República) comemorou. Para ele, o número reforça que o Brasil tem se tornado 1 país “cada vez mais propício para a geração de empregos e o investimento”.

 

 

Na última semana, a agência de avaliação de riscos Standard & Poor’s aumentou de estável para positiva a perspectiva de nota de crédito do Brasil, que atualmente está em BB-. O país precisa subir 3 notas para retomar o grau de investimento, perdido em 2015.

Além disso, o acordo comercial entre China e Estados Unidos ajudou os países emergentes a melhorarem a expectativa de risco.

O nível mais alto do CDS foi alcançado pelo Brasil em 2015, quando o risco-país atingiu 494 pontos, época em que a economia brasileira entrou em recessão técnica com a queda do PIB (Produto Interno Bruto).

No fim de outubro deste ano, tão logo a tramitação da reforma da Previdência foi concluída no Congresso, o CDS de 5 anos do Brasil já havia caído a níveis próximos aos de 2013, chegando aos 127 pontos.