Weintraub e Moro lançam programa para fomentar pesquisa em segurança pública

Os ministros Abraham Weintraub (Educação) e Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) lançaram nesta 4ª feira (8.jan.2020) o Procad (Programa Nacional de Cooperação Acadêmica) em Segurança Pública e Ciências Forenses. O objetivo é estimular a pesquisa em segurança pública. Serão R$ 10,1 milhões investidos em bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado.

Em vídeo publicado no Twitter, Moro falou sobre a iniciativa. “Hoje nós temos –é 1 pouco clichê dizer isso– 1 admirável mundo novo, que existe uma série de tecnologias sendo desenvolvidas que são importantes para a área da segurança pública, e nós precisamos de mais estudos sobre segurança pública, em particular sobre o emprego dessas novas tecnologias, como nós podemos podemos utilizá-las”, disse.

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O trabalho envolverá os 2 ministérios, a Polícia Federal, a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), a Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas) e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Do total do orçamento reservado para o programa, R$ 6 milhões serão financiados pela Senasp ao longo de 4 anos (R$ 1,5 milhão por ano), R$ 2,1 milhões pela Polícia Federal e outros R$ 2 milhões pela Capes.

Segundo Weintraub, “com certeza” terá mais de 100 vagas, podendo chegar a até 200 bolsas. “(Estamos) devolvendo para as famílias brasileiras os impostos que elas pagam para melhorar a segurança pública. Não tinha essa linha de pesquisa, vocês acreditam nisso?”.

Como vai funcionar

A partir da publicação de edital, que sairá nas próximas semanas, coordenadores de cursos de mestrado, doutorado e pós-doutorado de programas já existentes na Capes poderão inscrever projetos para defesa de teses científicas.

A seleção será feita por consultores da Capes. A autarquia fará também, em conjunto com a Polícia Federal, a avaliação dos resultados dos estudos. Cada projeto poderá permanecer em pesquisa por até 5 anos. A iniciativa é voltada para universidades públicas, federais e estaduais, e também instituições privadas.

A Capes disponibilizará o acesso ao Portal de Periódicos, uma espécie de biblioteca virtual, para os pesquisadores. Já a PF dará acesso a dados estatísticos do órgão e a laboratórios físicos já utilizados durante as atividades policiais.